sábado, 24 de agosto de 2013
Algum
tempo depois caminhei ate o bar, pedi uma água, e fiquei esperando. Foi quando
uma onda de calor percorreu meu corpo, e sem ao menos me virar sabia que ele
estava ali.
–
Gostou da surpresa? – ele sorriu e me cercou pondo com as mãos no balcão.
–
Amei. – respondi me virando para ele, e lutando para não beija-lo ali.
Depositei
minha mão no braço dele, com a intenção de que ele me soltasse, pois temia
sermos flagrados naquela situação.
–
Podem nos flagrar aqui, e não quero ser a noticia dos jornais de amanha. – Ele
disse me soltando, – tenho um camarote fechado, aceita ir pra lá?
–
Pode ser. – disse, – mas tenho que avisar a Vanessa.
–
Tudo bem, te espero lá.
–
ok, mais como chego lá? – perguntei.
–
segue esse corredorzinho aqui ate o final – disse ele apontando com a mão. – O
negão vai estar na porta, é só você entrar.
–
ok.
Fui
ate onde Vanessa estava e avisei, ela não disse nada somente me olhava tipo “eu
sei onde isso vai dar”. Avisei que voltaria com ela independente de qualquer
coisa, e que me ligasse caso precisasse de algo.
Dez
minutos depois, Well estava permitindo minha entrada.
–
Oiii. – disse entrando.
–
Eita que demora muié, achei que não vinha mais. – disse ele me abraçando. Depois
depositou um beijo casto nos meus lábios, – quer comer ou beber alguma coisa?
–
Não, obrigada.
–
Se que sabe, sinta-se a vontade, a casa é sua. – murmurou e caímos na
gargalhada.
–
Tá certo, fica tranquilo, vou me sentir em casa. – disse já me recompondo.
Ele
se inclinou e acariciou meu rosto com os dedos, um gesto de carinho.
Inclinei
meu rosto sobre a palma da mão dele. – Cadê o pessoal?
–
Estão no camarote aqui do lado, reservei esse só para nos.
Ele
pegou minha mão, entrelaçando meus dedos com os dele, e me conduziu para a
grade, curtimos o show coladinhos, trocando caricias. Quando começou a tocar “Teus
Segredos” Luan cantou quase toda letra no meu ouvido, eu me derreti toda é
claro.
Quando
o show terminou, meu telefone tocou. – Oi.
–
Tenho uma novidade. – Vanessa disparou em vez de dizer alô.
–
Qual? – Senti pela voz dela que noticia era boa.
–
Arrumei companhia, pode ir curtir sua noite tranquila.
–
Você sabe o que faz juízo em.
–
Hora do almoço amanha?
Abri
um sorriso, ao ver Luan fazendo um caminho de sobe desce com as mãos em meus
braços. – Hora do almoço, – disse confirmando.
Desliguei
o telefone e me virei para ele, Luan me beijou, depois peguei minha bolsa e saímos.
Luan
dispensou seu segurança, – Vou no carro com a Dani, – isso levou Dagmar a ter
um piti. O que não adiantou muito porque Luan foi comigo do mesmo jeito.
Seguimos
em direção ao estacionamento, Luan foi se despedir de Fernando e Sorocaba, insistiu
muito para que eu fosse com ele, mas eu optei por não ir, além do mais era
capaz de Dagmar ter um enfarte se por acaso alguém nos fotografasse juntos. Então
fui buscar meu carro e o estacionei bem próximo à porta que dava saída.
Minutos
depois ele abre a porta e desliza no banco do carona.
–
Vamos – ele perguntou.
Dei
partida no carro e segui o mesmo itinerário da noite passada. Mesmo carro,
mesmo hotel, mesmo quarto e mesma companhia, pensei que nunca mais isso se repetiria,
e olha eu aqui novamente.
–
Rapaz to numa fome. – murmurou ao abrir a porta, – se num sabe onde tem comida
japonesa por aqui não?
–
Conheço um restaurante muito bom.
–
Vou pedir pro Negão buscar um trem lá pra nos.
30
minutos depois Wellington lhe entregou uma sacola com nosso pedido. Sentamos no
chão da sala e devoramos tudo em minutos. Depois assistimos um filme e Luan vez
ou outra mexia no celular, dizia ele que suas negas estavam acordadas.
Me
levantei, fui ate perto dele, ele me agarrou pelos quadris. Joguei minhas em
seu pescoço, inalando seu perfume, Luan agarrou meu rosto. E eu aproveito a
oportunidade para deslizar os dedos pelo seu cabelo.
Luan
aproveitou a ocasião para enfiar língua na minha boca, provocando a minha com
suas lambidas aveludadas. Sem a menor pressa. Ele gemeu dentro da minha boca,
um som erótico de prazer que reverberou dentro de mim. Virando a cabeça, colou
seus lábios aos meus. O beijo foi se tornando mais profundo, as línguas foram
se encontrando, nossa respiração foi se acelerando.
Eita que essa noite promete em, próximo capitulo Hot, vocês não perdem por esperar. suas assanhadas. kkk
Cap. pequeno amores, mais ta ai como havia prometido, espero que gostem. Bom fim de semana a todas.
–
Quero só ver a cara que a nojenta da Monique vai fazer quando souber que você
dormiu com nada mais, nada menos que Luan Santana. – ela disse, enquanto
caminhávamos em direção ao camarote.
–
Ah não vai ver mesmo, porque não vou contar a ninguém, – eu disse já num tom
autoritário antes de me virar para ela. – e nem você.
Monique
é aquele tipo de pessoa que você não suporta olhar por mais de 5 minutos para a
cara de metida dela, é do tipo patricinha fútil, que só sabe se gabar do
dinheiro e da posse que o pai tem, e infelizmente estudamos na mesma sala, e
nossos pais são amigos de longas datas.
–
Tudo bem, se vossa majestade é santa, e não gosta de devolver na mesma moeda,
fazer o que né. – disse ela fazendo cara de criança que é impedida de ir num
brinquedo pela sua mãe.
Nossa
conversa foi interrompida quando as luzes se apagaram e o locutor anuncia
FERNANDO E SOROCABA.
Eles
entram radiante, um inicio de apresentação que contagia toda a multidão. Depois
de algumas musicas Sorocaba conversa com a “galera”, e anuncia que tem uma
surpresa.
A multidão começa a gritar, e ele avisa que
devido as fortes chuvas em campo grande, o show da “surpresa” foi cancelado, e
que ele continua na cidade.
–
então com vocês. – ele faz suspense. – LUAN SANTANA.
Ele
entra lindo como sempre.
–
Boa noite Itaquaquecetuba, é um prazer enorme estar com vocês novamente.
–
E ai Luan, vamos de modão? – pergunta Fernando.
–
Uai, bora, toca o trem ai.
Fernando
começa a dedilhar algumas notas, Sorocaba canta primeiro, depois Fernando e
Luan termina com o refrão.
Vanessa
me olhava.
–
O que foi menina? – perguntei
–
Não foi nada ainda, só aviso que hoje vou com seu carro embora, porque meu pai
num ta cidade.
–
Jura? Achei que tu ia de ônibus. – respondi.
Nossa
atenção foi tomada quando Luan começou a falar de novo.
–
Rapaz presta atenção nessa letra, é ouvir essa moda e da vontade na hora de
fazer amor.
Olhei
novamente para Vanessa, que arregalou os olhos imediatamente, e como nas outras
Luan iniciava sua parte no refrão.
“Esse amor molhado,
Faz tudo acontecer,
Você me deixa atiçado
Pra te dar mais prazer
Eu cubro com espumas
O seu corpo nu
Nós dois embaixo do
chuveiro
Amor com cheiro de
shampoo”
–
Rapaz hoje tem. – disse Fernando e todos riram.
Logo
em seguida começou a tocar Everest,
ao final da musica Luan se despediu e saiu do palco. E Fernando e Sorocaba deu
continuação ao show.
Uma certa movimentação na porta de entrada do
camarote chamou minha atenção, meu coração deu um solavanco quando notei que
era ele.
Luan atendeu algumas fãs, depois seguiu Wellington ate um
lugar mais reservado, passando exatamente traz de mim, não o olhei e nem
esboucei expressão alguma, Vanessa pareceu não notar a presença dele, ou não
quis se manifestar.
Luan no rodeio novamente, os dois no mesmo local, e ele não falou com ela? como assim Luan.
sera que vai ter replay? ou sera que Luan já vai partir pra próxima????
Kelly esse "cachorra" foi com toda certeza inspirado em você. kkkkkk
Se atingir 5 comentários posto mais um hoje, então bora comentar amores.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
[...]
A
luz inundava o quarto, arrancando-me de um sono profundo. Eu me espreguiço e
abro os olhos. Era uma bonita manha de junho. Luan esta profundamente
adormecido ao meu lado. Parece um anjo dormindo. Perco-me em pensamentos, como
puder ir para a cama de alguém que só vi duas vezes? Isso nunca havia acontecido
antes. Sacudo minha cabeça, tenho muito em que pensar. Sinto a tentação de
esticar a mão e toca-lo, mas esta tão adoravelmente dormindo, como um
garotinho.
Eu
poderia passar o dia todo o contemplando, mas tenho minhas necessidades... Fisiológicas.
Saio devagar da cama, vejo sua camisa no chão e me visto com ela. Dirijo-me a
porta do banheiro.
Olho-me
no enorme espelho. Acaba de se deitar com
ele, diz-me meu subconsciente, que despertou. Ele me olha franzindo os
lábios e batendo com o pé no chão. Você
se deitou com um homem que mal o conhece, que tem fama de pegador.
Tenho
eu assimilar tudo isso. Honestamente, gostei de ir para a cama com ele. Mas
poderia ter esperado mais um pouco também. Estremeço. Estou desconcertada e
confusa.
Morro
de fome. Volto para o quarto. O belo adormecido continua dormindo, assim, o
deixo e vou à salinha.
Ligo
na recepção e peço nosso café.
Volto
o olhar para a cama e vejo Luan sentado na cama, com as pernas curvadas. Parece
divertido e surpreso ao mesmo tempo.
–
Bom dia. – ele murmura sorrindo.
–
Bom dia. – respondo. – Porque o sorriso?
–
Dormi bem.
–
Não imagino por que. – sorrio. – Eu também, esta com fome?
–
Muita, – responde
–
Já pedi nosso café.
–
Muito bem.
Uma
batida na porta, ele levanta e caminha lindamente para abri-la, um rapaz branco
não muito alto trazia nosso café, que coloca em cima de uma mesa na salinha, e
sai. Luan agradece e fecha a porta.
Em
cima de uma bandeja havia
v Dois
potes de iogurte desnatado
v Duas
tigelas com morango, mamão.
v Granola
v Fatias
de pão de forma integral
v Creme
de ricota
v Fatias
de queijo prato
v Fatias
de peito de peru
v Suco
de laranja
v Café
v Leite
Tomamos
nosso café, descontraídos, conversando e Luan sempre brincalhão com a comida.
Vesti
minhas roupas. Peguei minha bolsa, as chaves do meu carro, e saímos em direção ao
elevador.
Luan
chama o elevador. Seus lábios esboçam um ligeiro sorriso.
–
Adorei essa noite. – sussurra. Sorrio para ele. Não tira os olhos dos meus.
–
Também adorei esta noite. – sussurro. Ele chega mais perto e levanta o meu
queixo. Olha-me nos olhos, inclina-se e me beija.
O
elevador chega. Entro e aperto o botão.
–
Até. – murmura. As portas se fecham. O elevador chega ao andar térreo, e eu
desço assim que as portas se abrem.
Eu
dou um suspiro enorme de alivio. O que em nome dos céus o que foi tudo aquilo? Eu
agito minha cabeça. Puta merda, o que foi
essa noite? Meu coração estabiliza, voltando ao seu ritmo regular, e eu
posso respirar normalmente de novo. Eu me dirijo ao meu carro.
Passei em casa, troquei
de roupa, e segui pra loja, o resto do dia foi normal tirando a parte que
Vanessa me ligava a cada meia hora para saber se estava desocupada e contar
tudo nos mínimos detalhes como havia sido à noite. Ás dezoito horas fechei a
loja, fiquei de encontrar Vanessa em casa mais tarde, ate porque hoje era a
ultima noite do rodeio e íamos juntas.
– Só isso? – Vanessa estava sentada em minha cama, não acreditando
que eu não ia contar os mínimos detalhes de como foi à noite, enquanto eu
trocava de roupa.
– Você quer saber mais o que Vanessa, quantos orgasmos
tivemos, quantas vezes fizemos, quanto mede o LuanJr? – respondi.
–
Isso era o mínimo que você deveria fazer, por eu ter vindo de taxi, e sozinha.
–
Ah sua cachorra, bem feito, foi você quem mentiu, eu queria te trazer.
–
E estragar sua foda mais famosa, com o aquele pedaço de mau caminho, você deveria
me agradecer. E então? – respondeu ela
me dando língua.
Terminei
de me trocar, entrei no closet, para pegar minha bolsa, – E então o quê?
–
Você sabe o quê, Dani. – entrando no closet, Vanessa senta ao meu lado. – Vai
ter replay?
–
Eu nem conheço o cara, não me arrependo de ter ido pra cama com ele, mais não é
assim nem, só ele estalar os dedos e eu já to brindo as pernas.
[...]
Chegamos
ao local, e já estava lotado, Fernando e Sorocaba iria se apresentar.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Vou usar as mesmas palavras da Nega Delicia, capitulo hot, então se estiver alguem ai que não curte, favor não ler. caso contrario para as "santinhas de plantão" boa leitura.
Ele me olhou com seus olhos castanhos intensos. – É uma loucura eu sei. Eu não... não sei explicar por que, Dani, você é uma mulher muito linda, – sussurra-me. – Pensei em você o tempo todo hoje.
Ele me olhou com seus olhos castanhos intensos. – É uma loucura eu sei. Eu não... não sei explicar por que, Dani, você é uma mulher muito linda, – sussurra-me. – Pensei em você o tempo todo hoje.
Com
uma mão começou a percorrer com os dedos minhas costas, fazendo com que as
alças de meu vestido caísse. Um instante depois eu estava no colo dele, e sua
boca estava grudada na minha, beijando-me.
Enfiei
as mãos entre seus cabelos e retribuí o beijo. Chupei sua língua e percebi que
ele gostava disso. Quando suas mãos deslizaram sob minhas costas nuas soltei um
gemido, sentindo as pontadas de sua ereção contra meu quadril. Eu me ajeitei
para montar sobre ele. Ele começa a abrir o zíper do meu vestido, tirando e
jogando de lado com os joelhos apoiados dos dois lados de seus quadris, lancei
minhas mãos sobre seus ombros e tornei o beijo ainda mais profundo.
Luan
me agarrou pela cintura e me tirou dali, conduzindo-me ate a cama. Cuidadosamente,
ele puxa meus lábios com os dentes. Eu gemo e ele sorri.
Deitou-me
lentamente sobre a cama. Não perdi tempo: enfiei as mãos sob sua camiseta e
senti seus músculos por baixo dela, e a tirei.
Meu
Deus... a visão do corpo dele daquela maneira, era de derreter meus neurônios.
Depois de tirar os tênis com os pés, foi a vez de sua calça ir ao chão. Ele
tinha barriga de tanquinho.
– Acho que morri e fui pro céu. – Falei,
olhando embasbacada.
Mal
havia recuperado o folego e ele já estava em cima de mim. – Você é tão linda,
Dani. Sou todo seu.
Entrelacei
minhas pernas na dele e tentei faze-lo rolar para que eu ficasse pro cima, mas
ele era pesado e forte demais.
Ele
levantou a cabeça e sorriu para mim. – agora é a minha vez.
Ele
me deu um beijo profundo, passando a língua pela minha boca. Tudo nele me
deixava com tesao, desde sua aparência e o toque do seu corpo sob minhas mãos
ate o modo como ele me olhava e encostava em mim.
Percorri
com as mãos seus cabelos sedosos. O toque do seu corpo rígido era mais que
suficiente para me deixar molhada e louca para dar.
–
Adoro seu corpo. – ele sussurrou, passeando com sua boca do meu rosto para
minha garganta. Sua mão acariciando meu corpo, alternando-se entre os seios e
os quadris.
–
Você ainda não desfrutou dele o bastante. – provoquei.
Suas
mãos acariciavam meu corpo, alternando-se entre os seios e os quadris.
–
Ah, – eu gemo.
–
Nunca senti tanto desejo na minha vida. – mordendo e lambendo meu ombro, ele
foi um pouquinho mais pra baixo e agarrou um dos meus mamilos com os dentes.
Ele apertou, e eu gemi alto. Ele compensou a mordida com uma leve sucção,
depois foi abrindo caminho aos beijos mais para baixo.
–
Então vem.
–
Ainda não, – ele murmurou indo mais para baixo, circundando meu umbigo com a
ponta da língua. – Você não esta pronta.
–
Que? Meu Deus... Não da pra ficar mais pronta que isso. – eu puxei seus
cabelos, num tentativa de trazê-lo de volta para cima.
– Ela é apertadinha, Dani. Se não estiver totalmente molhada
e relaxada, vou machucar você.
Gemo e sinto uma doce sensação descer ate
minha virilha. Estou muito úmida. Oh, por
favor, suplico internamente, agarrando com força o lençol.
Ele
voltou a deslizar lá para baixo, e eu fiquei toda tensa. Enfiou o rosto entre
as minhas pernas, e eu me contorci contra seu toque. Passei a língua pelos meus
lábios ressecados. Ele soltou um gemido suave e mergulhou de cabeça no meio das
minhas pernas. Sua língua abriu caminho para dentro de mim, lambendo e
separando os tecidos sensíveis. Meus quadris se remexiam sem parar, meu corpo
implorava silenciosamente por mais. A sensação era tão boa que tive vontade de
chorar.
O
toque aveludado de sua língua chacoalhava meu clitóris excitado, e eu enterrei
minha cabeça no travesseiro. – Isso. Assim mesmo. Me faz gozar.
Foi
o que ele fez, alternando entre leves sucções e lambidas com a língua
enrijecida. Tremi toda quando o orgasmo invadiu meu corpo, sentindo espasmos
violentos, com os membros fora de controle.
O
peso e o calor de seu corpo se afastaram de mim. Ouvi o ruído de uma gaveta se
abrindo, seguido pelo som de uma embalagem sendo rasgada. Com suas mãos fortes
me puxando para o centro da cama. Ele se deitou sobre mim, prendendo-me, com
seus antebraços e os apertando contra mim.
Minhas
mãos agarraram os lençóis, e a ansiedade só crescia.
Coloca
a ponta de seu membro ereto na entrada de meu sexo – Nossa Dani – ele sussurra
meu nome ao entrar em mim e me penetra bruscamente em uma estocada furiosa.
–
Aaah. – eu gemo ao sentir. Fiquei sem folego. Ele era grande, duro como pedra.
–
Mais? – sussurra com voz selvagem.
–
Sim, – respondo. Ele voltou a me penetrar. Gemo. Meu corpo o aceita... Oh,
quero que continue.
–
Outra-vez? – pergunta
–
Sim. – respondo em tom de suplica.
Nunca
tinha sentido tanto tesão na minha vida.
Seus
quadris investiram contra mim, como se dissessem: Está sentido? Estou dentro de
você.
Seu
corpo inteiro enrijeceu. Seus músculos peitorais se distenderam por completo
enquanto ele tirava quase tudo. A contração do seu abdome foi o único aviso que
eu pude notar antes que ele voltasse a entrar com tudo. Todo duro.
Dei
um grito, e o peito dele ressoou com um grunhido grave e primitivo. – Nossa...
Você é muito gostosa.
Apertando-me
mais forte, ele começou a investir com força, fazendo meus quadris afundarem no
colchão com estocadas violentas e ferozes.
Luan
enterrou a cabeça no meu pescoço e me prendeu com força onde eu estava
penetrando mais forte e mais rápido, murmurando safadezas com uma voz ofegante,
fazendo-me enlouquecer de desejo. Sua boca logo chegou ate mim. Eu estava
desesperada por ele, minhas unhas se encravaram em seus quadris em movimento.
Estávamos
pingando de suor, com a pele fervendo e colados um ao outro, ofegantes, lutando
para controlar a respiração. Ele soltou um palavrão e posicionou uma das mãos
sob o meu quadril, levantado minha bunda na direção das suas estocadas para
fazer com que me penetrasse mais fundo e chegasse ao lugar que ansiava.
–
Goze para mim, Dani, – ele sussurra sem folego. Chego ao clímax explodindo ao
seu redor E enquanto ele também goza, grita meu nome, dá uma ultima investida e
fica imóvel, como se tivesse se esvaziando dentro de mim.
Ele jogou a cabeça para trás, estremecendo.
–
Ah! – Luan me agarrou com tanta força que eu mal conseguia respirar, dá uma
ultima investida e fica imóvel, como se tivesse se esvaziando dentro de mim.
Não
faço ideia de quanto tempo permanecemos assim, deitados, com nossas bocas
passeando por ombros e pescoço ate enfim nos acalmarmos. Meu corpo inteiro
tremia e pulsava.
Ele
continua dentro de mim. Inclinou, beijou minha testa e, muito devagar, começa a
sair de meu corpo.
–
Oooh. – a sensação me faz estremecer.
–
Uau... Foi incrível. Você gostou? – Luan pergunta-me, enquanto tomba ao meu
lado, apoiando-se em um cotovelo. Passa-me uma mecha de cabelo por detrás da
orelha.
–
Você esta, realmente, perguntando se eu gostei.
–
Você acabou comigo. – ele murmurou com a boca encostada no meu queixo. Ele
ergueu a cabeça e esfregou o rosto dele no meu. – vamos comer alguma coisa.
Com
um beijo suave e carinhoso, Luan se afastou de mim, tirou a camisinha, enrolou
em um lenço de papel que encontrou no criado-mudo e jogou na lixeira ao lado da
cama. – Vamos tomar banho e pedir alguma coisa do restaurante. A não ser que
você queira descer.
–
Acho que nem consigo andar.
–
Ainda bem que não sou o único. Vem tomar banho comigo, – ele pediu acariciando
meu braço.
–
Me de um minutinho para me recompor. Eu já vou.
Ele
foi para o banheiro, proporcionando-me uma visão de suas costas musculosas e
seu traseiro impecável, senhor deve ser maior que o meu.
Meu deus, acho que não preciso nem comentar esse capitulo, ate porque não tenho mais folego para nada... acreditem me deu ate calor, e olha que aki ta um frio do caramba.. kkk
Leitora nova, bem vinda, posto mais amanha amores.. comentem, comentem e comentem. bjuss
terça-feira, 13 de agosto de 2013
–
Vou te esquentar, com carinho – ele sussurra contra meus lábios. Seu hálito é
suave e doce. Ele me beija. Foi um movimento rápido, mais eu vi o que ele
estava fazendo e não me esquivei. Sua boca estava gelada e tinha gosto de
cranberry com um toque de álcool. Uma delicia. Todo o turbilhão de energia e
sentimentos caóticos que vinha se acumulando dentro de mim de repente se tornou
grande demais para ser contido. Enfiei a mão entre seus cabelos maravilhosos e
os agarrei com força, mantendo-o imóvel enquanto chupava sua língua. Seu gemido
foi alto.
Surpresa
pela fúria da minha própria reação recuei ofegante.
Luan
veio atrás de mim, passando o nariz pela lateral do meu rosto, com seus lábios roçando
minha orelha. Sua respiração também estava acelerada. Sua língua percorreu a
cartilagem da minha orelha, e eu estremeci. Era como se cada célula do meu
corpo ansiasse por ele.
–
Vamos embora – ele diz.
–
Vamos. – eu digo, e ele coloca sua jaqueta marrom em cima dos meus ombros, pego
minha pequena bolsa de mão.
Wellington
estava em uma mesa, e Luan lhe da um aceno de que queremos ir embora.
Ele
pega minha mão mais uma vez. E saímos em direção ao estacionamento. Luan abre a
porta para mim, inclino a cabeça e entro no assento traseiro do carro.
Wellington esta sentado ao volante. Luan entra pela outra porta. Um calafrio
percorre todo meu corpo, ao me lembrar de que obrigatoriamente teremos que
voltar ao hotel, já que meu carro esta lá.
Suas mãos se abaixaram para agarrar minhas costas.
Apertando-me de leve, ele me puxou um pouco mais para perto. A bainha do meu
vestido Lilás curto subiu de maneira quase indecente, e seu olhar ficou vidrado
na pela que tinha exposto. Seu polegar acaricia meus dedos por trás. Meu
coração deixou de bater e minha respiração se acelerou. Como é possível que me
afete tanto? Apenas tocou uma pequena parte de meu corpo, e meus hormônios
disparam.
Wellington
estacionou, saiu e abriu minha porta. Em um momento, Luan estava ao meu lado e
pegou minha mão novamente.
Entramos
no edifício e nos dirigimos para os elevadores. Minhas mãos suavam, só de
imaginar o que poderia acontecer no quarto, tá que eu não sou nenhuma menina,
mais as coisas não são bem assim neh, e eu conheço bem a fama de mulherengo
dele. Três minutos depois as portas de abrem no terceiro andar. E lá estava o
quarto. Ele abriu a porta me dando passagem.
Ele
entrou e trancou a porta atrás de si. Senti um nó no estomago por estar
novamente sozinha, naquele quarto com ele. E isso fazia com que eu ficasse
meio... tonta.
O
que estava fazendo aqui? Sabia muito bem
o que estava fazendo aqui, logrou meu subconsciente. Preciso ir embora, não
posso ficar, não responderia pelos meus atos.
–
Você viu as chaves do meu carro? – Perguntei-lhe.
–
É perigoso você ir sozinha, você pode dormir aqui. – murmurou.
Pus
a mão sobre a garganta, dividindo minha preocupação entre o fato de ir embora
sozinha aquela hora e o que ele havia acabado de me dizer. – Eu nem moro tão
longe assim Lú.
–
Qual o problema de você dormir aqui. Luan chegou mais perto e acariciou com o
dedo meu rosto.
Havia
um tom sugestivo em sua voz que me fez estremecer. Eu conseguia sentir o calor
de seu corpo largo e rígido. A cada minuto que passava, eu me deixava levar
mais por seu charme.
–
As pessoas vão tirar conclusões.
Baixando
a cabeça, Luan pressionou seus lábios contra meu pescoço. – Não me importa o
que as pessoas vão pensar. Sabemos o que estamos fazendo.
–
Se você pensa assim. – eu disse, quase sem folego.
Sua
língua percorreu a veia pulsante da minha garganta e eu me derreti sob ela. Meu
corpo amoleceu quando ele me puxou para mais perto.
Ainda
assim, consegui dizer. – Eu não disse que sim.
–
Mas não vai dizer que não. – Ele mordeu o lóbulo da minha orelha. – Não vou
deixar.
Abri
minha boca para protestar, mas Luan logo calou com um beijo molhado. Sua língua
se movia devagar. Minhas mãos foram diretamente para seus cabelos, agarrando
com força. Quando lançou os braços em torno de mim, arqueei o corpo,
curvando-me sob suas mãos.
Antes
que me desse conta eu já estava deitada no sofá, com sua boca engolindo meu
suspiro de surpresa. Ele sugou meu lábio inferior, enquanto seus dedos
passeavam pelo meu corpo.
–
Luan, não.
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